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quarta-feira, 23 de março de 2011

Cronologicamente falando,


 
Olhe-te e pense,
Quer mesmo passar quanto tempo se olhando?
Tempo que deixou marcas da velhice.
Tempo que marcou o rosto,
Deixou vestígios da dor e da experiência.
Tempo que não perdoa o tempo.
Rugas que fazem do tempo mero passatempo,
E tempo que não volta mais.
Realidade que não vem à tona neste nosso tempo,
Por não termos tempo de parar um pouco pra pensar.
Pense... (!)
Se todos nós organizássemos o próprio tempo,
O tempo “andaria para trás”. (Monique Pádua)

quarta-feira, 9 de março de 2011

As cores fortes já não compunham o cenário.
As flores murchas decoravam o espaço vazio e mórbido.
Já não escuto o farfalhar dos ventos.

Sou eu quem dito as notas,
do leve compasso, livre impasse.
Não existem sequer argumentos.
(Monique Pádua)