Muitos
esperam
muito dos
outros, Pou
cos preten
dem,Poucos
os que fazem,
Ora oram, ora choram,
quando já não cabe no peito a dor do desgosto.
Traz um conhaque e um tira gosto pra gente seu moço.
Não desce fácil na garganta o fato de não ser alguém.
(monique pádua)
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Querido personagem,
Há muito tempo não sente fome,
não frequenta nenhuma igreja assiduamente,
mal dorme, muito sofre...
Chora as lastimas que há algum tempo já não são amargas
as lágrimas que falsamente aqui escoam
nas mãos de quem sempre lhe afaga.
O frio que “soa” vagarosamente já não perturba
A mente vazia, Angustia...
Palavra solta não deturpa
O olhar que desatina a rotina, velha rotina...
Meu querido personagem,
feio amor num dia comum,
Desfeito dolorosamente devagar
se não for ficar, vá pra longe
onde não possa te encontrar.
(monique pádua)
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