Eu tenho olhado muito mais para a tela em branco do que de costume, porém dentro da minha cabeça as palavras se acumulam como sempre, num baile desenfreado entre o silêncio dos dedos e a euforia das ideias. Tenho chorado muito mais do que de costume, as lágrimas estão fáceis assim como o sorriso em qualquer situação. Eu tenho observado as pessoas ao meu redor muito mais do que de costume e dentro de mim, silenciosamente tenho avaliado-as. É um processo natural vez ou outra, sentirmos essa vontade de “pesar as coisas” e a nós mesmos, enfim.
Tenho dormido e acordado com os mesmos pensamentos, imagem ou lembrança de alguém que nunca vi, mas que se tornou tão presente como se fosse parte de minha própria existência.
Tenho sentido saudade de gente que não tenho notícia há muito tempo e da minha breve infância. Vontade de reencontrar pessoas que ficaram pelo caminho onde passei e que hoje se tornaram apenas um rosto ou um nome, talvez uma sombra corroída pelo tempo.
Tenho vontade escrever quando me canso de sentir saudades, e saudades de escrever quando me canso.
Tenho vontade de terminar o texto em reticências, e deixar que elas o completem para mim... (monique pádua)
Tenho dormido e acordado com os mesmos pensamentos, imagem ou lembrança de alguém que nunca vi, mas que se tornou tão presente como se fosse parte de minha própria existência.
Tenho sentido saudade de gente que não tenho notícia há muito tempo e da minha breve infância. Vontade de reencontrar pessoas que ficaram pelo caminho onde passei e que hoje se tornaram apenas um rosto ou um nome, talvez uma sombra corroída pelo tempo.
Tenho vontade escrever quando me canso de sentir saudades, e saudades de escrever quando me canso.
Tenho vontade de terminar o texto em reticências, e deixar que elas o completem para mim... (monique pádua)

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