A penumbra azul abraçava os corpos,
sintetizava a essência do que se passava nas mentes.
As mentes harmonizavam o vazio do quarto.
Rostos pálidos, extenuados
Olhavam-se frontalmente um para o outro.
Tentando imaginar o que se pensava, o que se pedia e talvez implorasse.
Mas como nada se sabe,
vem na mente nostalgias,
De quando cores eram arco-íris e os amores não eram frívolos.
(Que descolorirá!)
(monique pádua)

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