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sábado, 21 de maio de 2011

Alle die Boxen


A razão se esconde dentro de caixas para que possamos encontrá-la, e quando menos se espera ela surge para nos tirar a mascara da face e mostrar que somos meros palhaços dessa vida transitória.
Tolos, que muito sabem ou nada sabem, vivem em caixas, algumas de superfície pontiagudas, outras empilhadas, mas nunca deixam de serem caixas, onde dormem, pensam, passam a maior parte do tempo. Caixas onde ficam seus medos e suas conquistas, caixas, casas que fazem de palhaço o vento.
Furor que caixas acalmam, trazendo de volta a mais velha lembrança, de um dia criança ouvir a caixa tocar. Fúria que caixas provocam quando jóias já não se encontram por lá... E fazem de angustia a musica que não para de tocar.
Caixas pela rua escura, são feitas de escudo para os perigos rotineiros, e fazem de palhaço quem acredita que são simples caixas de papelão.
Caixas, poderosas caixas que emitem ou decodificam informação. Ou caixas que bombardeiam sangue, vida, e fazem de palhaço os limites que ainda insistem em negar que essas e muitas outras caixas são absolutamente incríveis. (monique pádua)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Meus métodos


Se distanciar de tudo e qualquer mal,
fechar os olhos e poder sentir o ar, mesmo que impuro, tocar os cabelos
acreditar e dizer pra si mesmo que se ama,
acordar e entender que de fato existe um mundo e pessoas, muitas pessoas nele.
buscar um tempo pra esse monologo interior, e mesmo que já saiba todas as respostas pra todas as perguntas que te interessam, pergunte a si mesmo se não há mais nada a perguntar.
Agradecer, elogiar, passar pelo outro lado da rua, cumprimentar com um sorriso... Viajar...
Ou simplesmente, observar o quão impressionante é o “alaranjado” quando o sol se vai.
Escutar música bem alta, deitar e esquecer o que tem pra fazer no outro dia.
Não quebrar a cabeça aumentando alguns problemas, julgando-os maiores que outros, alheios, porque não os esquece também. (por pelo menos uma eternidade)
Criar metas ou regras, e buscar não segui-las, e sim superá-las. Mesmice não leva ninguém a lugar nenhum, a não ser ao desanimo. Dizer: eu consigo, porque é isso que eu realmente quero.
Observar as coisas singelas da vida, e também a sagacidade da própria. Manter os pés no chão é manter-se informado sobre as artimanhas que a vida tem pra nos surpreender.
Ter um amor, impossível ou não, amar é sempre bom pra auto-estima, acredite.
E, ainda que estranho pareça, não ler auto-ajuda,
apenas crie você mesmo seus métodos pra se viver bem. (monique pádua)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Supra renal





( Dedico a De Paula )



Bom é poder sentir boas emoções,  deixar a adrenalina ir a mil, jogar pro alto o "stress" e curtir a vida (efêmera)
A felicidade em si é efêmera.
Alguns acreditam ser um estado de espírito apenas, outros acreditam tê-la para sempre. Enfim, a felicidade se resume em basicamente algo (tudo) que precisamos hoje, e é aquilo que buscamos atingir sempre. 
Endorfina, serotonina, adrenalina, eudaimonia, realidade inalcançável, treinamento mental; A felicidade designa de diversos termos, que por fim termina em um belo sorriso no rosto e um ar de satisfação interior.
Seja feliz do seu jeito, 
... e "sorria sempre"!   

ao professor mais FELIZ !

segunda-feira, 9 de maio de 2011

From all the truth that I've said

Agora eu sinto o que antes você talvez sentisse,
talvez eu seja mesmo o alguém que necessariamente não condiz com suas expectativas. 
Agora eu vejo o que provavelmente você via em mim
mas ainda não o entendo; Afinal, deveria entendê-lo?
Hoje eu sei que acima de tudo fomos bons amigos,
e que deveria ter valorizado mais cada minuto
deveria ter analisado minuciosamente cada palavra antes de dizer a ti,
talvez, ainda que goste muito, devo deixá-lo ir.
Deveria ter sido mais espontânea e ter conhecido melhor seus amigos.
Deveria ter agarrado com força a vontade de sair correndo pra te abraçar,
Deveria ter comprado a rosa do homem que passou ao lado da mesa,
Deveria não ter pedido desculpas, e sim ter evitado que tudo desse errado.
Queria poder dizer, o quanto foi importante.

Mas “já foi”  ...

Agora  lamento pela distancia que há entre nós dois.
 
...  (monique pádua )